Diagnóstico do uso público para planejamento e gestão da Ilha do Bom Abrigo (SP, Brasil)

Autores

  • Emanuelle Spironello Centro de Ciências e Tecnologias para a Sustentabilidade, Universidade Federal de São Carlos, Sorocaba, SP
  • Rogério Hartung Toppa Centro de Ciências e Tecnologias para a Sustentabilidade, Universidade Federal de São Carlos, Sorocaba, SP
  • Marcos Roberto Matines Centro de Ciências e Tecnologias para a Sustentabilidade, Universidade Federal de São Carlos, Sorocaba, SP

DOI:

https://doi.org/10.34024/rbecotur.2024.v17.15562

Palavras-chave:

Planejamento turístico, cogestão, áreas protegidas

Resumo

A Ilha do Bom Abrigo possui gestão com sobreposição de esferas institucionais, tendo um turismo em crescimento, porém, sem ordenamento e regulamentação. Este estudo buscou descrever o perfil dos visitantes e operadores de turismo e a dinâmica do uso público, incluindo a avaliação dos frequentadores sobre limite de uso da praia e a caracterização da atuação da gestão. Para isto, foram aplicados questionários remotos cujos dados foram interpretados e submetidos a análise de correspondência múltipla. A descrição da cogestão foi por consulta aos instrumentos de planejamento, ordenamento e documentações do Grupo de Trabalho Bom Abrigo. O perfil dos visitantes indicou alta escolaridade; interesses e expectativas relacionadas a paisagem e natureza, que podem favorecer à promoção de programas de sensibilização ambiental. Os trabalhadores náuticos são naturais de Cananéia e autônomos no segmento esporte e recreio. As unidades de conservação existentes no município contribuem para o entendimento do setor sobre a temática e devem oportunizar capacitações e inserção nos espaços de gestão participativa. A dinâmica do uso público consiste em um turismo de localidade, sendo a praia e o passeio embarcado os principais atrativos. A ausência de infraestrutura e a dificuldade de acesso são obstáculos para o turismo, porém, a proibição não diminui as pressões antrópicas, dada a ausência de fiscalização e a descontinuidade da articulação política entre os órgãos responsáveis. Apesar disso, a instituição da praia como área de interesse para o turismo, é uma conquista, cuja definição e implementação dos instrumentos de ordenamento são urgentes e necessários. Na avaliação dos entrevistados o limite de uso da praia inclui de 30 a 60 pessoas simultaneamente, sendo de 5 a 10 embarcações concomitantes nas imediações da ilha e o tempo médio de visitação de 3 a 4 horas. Esses dados podem nortear a capacidade de carga, porém estudos de longo prazo e conciliados às estratégias de diagnóstico presencial, poderão contribuir para o melhor delineamento dos perfis e padrões do uso público no território. Além disso, o sucesso da construção e implantação dos instrumentos de ordenamento condiciona-se a participação social e a definição de competências e atribuições institucional-administrativa para a regulamentação do turismo.

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Biografia do Autor

Emanuelle Spironello, Centro de Ciências e Tecnologias para a Sustentabilidade, Universidade Federal de São Carlos, Sorocaba, SP

Programa de Pós-Graduação em Sustentabilidade na Gestão Ambiental

Rogério Hartung Toppa, Centro de Ciências e Tecnologias para a Sustentabilidade, Universidade Federal de São Carlos, Sorocaba, SP

Professor Associado do Departamento de Ciências Ambientais.

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Publicado

05/02/2024

Como Citar

Spironello, E., Toppa, R. H., & Matines , M. R. (2024). Diagnóstico do uso público para planejamento e gestão da Ilha do Bom Abrigo (SP, Brasil). Revista Brasileira De Ecoturismo (RBEcotur), 17(2). https://doi.org/10.34024/rbecotur.2024.v17.15562

Edição

Seção

Artigos
Recebido: 2023-08-24
Aceito: 2024-01-06
Publicado: 2024-05-02

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