DOS A Fantasia como Experimentação Arquitetônica na Primeira Obra de G. B. Piranesi

Autores

  • Angela Rosch Rodrigues

DOI:

https://doi.org/10.34024/imagem.v3i2.16215

Palavras-chave:

Arquitetura, Piranesi, Perspectiva, Fantasia, Arte

Resumo

Giovanni Battista Piranesi chegou em Roma em 1740 num contexto em que emergia, nas academias de belas artes da “cidade eterna”, o desenho da arquitetura imaginária. O objetivo aqui é analisar como Piranesi se valeu da fantasia arquitetônica como um recurso para a experimentação formal, tendo como recorte a sua obra inaugural: Prima parte di architetture e prospettive (1743). Ao verificar essa sua primeira obra, conclui-se que as fantasias têm imenso valor para o desenvolvimento da trajetória piranesiana entre 1740 e 1778, além de nutrir o coetâneo debate arquitetônico e artístico. Assim, a Prima parte se tornou uma referência no que tange à compreensão da transição entre as preceptivas estabelecidas a partir do Quattrocento e uma incipiente modernidade.

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Publicado

2024-01-30 — Atualizado em 2024-04-02

Versões

Como Citar

Rosch Rodrigues, A. (2024). DOS A Fantasia como Experimentação Arquitetônica na Primeira Obra de G. B. Piranesi. Imagem: Revista De Hist´ória Da Arte, 3(2), 19–41. https://doi.org/10.34024/imagem.v3i2.16215 (Original work published 30º de janeiro de 2024)

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